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Com lava-jato, Janta condena últimos escândalos envolvendo a Petrobras

O vereador Clàudio Janta fez um pronunciamento inusitado na tribuna da Câmara Municipal de Porto Alegre, nesta segunda-feira (9/2). Com um lava-jato em mãos, alertou para afirmação do Ministério Público de que esquema continua na estatal.

Lava-Jato na corrupção
O vereador Clàudio Janta fez um pronunciamento inusitado na tribuna da Câmara Municipal de Porto Alegre, nesta segunda-feira (9/2). Com um lava-jato em mãos, alertou para afirmação do Ministério Público de que esquema continua na estatal.

Foi com um aparelho de lava-jato em mãos que o sindicalista e vereador Clàudio Janta, do Solidariedade, criticou durante seu pronunciamento na tribuna do Legislativo Municipal, nesta segunda-feira (9/2), os esquemas de corrupção deflagrados na Petrobras. Janta destacou as informações da operação realizada pela Polícia Federal, que dão conta de altos valores de propina em negociações envolvendo a estatal e externou preocupação com a nomeação de Aldemir Bendine para a presidência da companhia.

Só para o PT, o esquema rendeu mais de US$ 200 milhões em propinas e o Ministério Público já alerta que a torneira pode continuar aberta, já que a presidente Dilma colocou na presidência da Petrobras o ex-presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, que concedeu como empréstimo, sem avalista e sem os procedimentos de praxe, para a socialite Val Marchiori" afirmou.

O sindicalista lembrou ainda do uso de recursos públicos do BNDES para grandes empresários, como Eike Batista, que hoje amarga dívida com a instituição. Salientou que medidas como as alterações previdenciárias propostas recentemente pelo governo para equilibrar contas são injustas com os trabalhadores, que acabarão por pagar a dívida do mau uso dos recursos públicos.

Aí a presidente Dilma diz no evento de aniversário do seu partido que eles têm que resistir a uma tentativa de "golpe". Golpe é o que eles têm feito com os brasileiros, enchendo os bolsos com o dinheiro do povo, das nossas empresas e deixando a conta para os trabalhadores" criticou.

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