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CPI da Procempa ouve dono da Pillatel e tem prazo prorrogado até o fim de março

Dando continuidade aos trabalhos da comissão, João Antônio Pilla Dias, proprietário da Pillatel, compareceu para prestar o seu depoimento. Já o ex-conselheiro da companhia, Claudio Manfrói, não atendeu à convocação da Câmara Municipal, em ato de "desrespeito", conforme o vereador Clàudio Janta, que oficializou pedido de prorrogação do prazo para as oitivas.

CPI da Procempa é prorrogada
Dando continuidade aos trabalhos da comissão, João Antônio Pilla Dias, proprietário da Pillatel, compareceu para prestar o seu depoimento. Já o ex-conselheiro da companhia, Claudio Manfrói, não atendeu à convocação da Câmara Municipal, em ato de "desrespeito", conforme o vereador Clàudio Janta, que oficializou pedido de prorrogação do prazo para as oitivas.

A reunião da CPI da Procempa nesta quarta-feira (26/2) contou com o depoimento de João Antônio Pilla Dias, proprietário da Pillatel, que negou relação entre a empresa com irregularidades identificadas na companhia. Já o ex-conselheiro da Procempa, Claudio Manfrói, ficou devendo mais uma vez o depoimento, após a terceira convocação para comparecer à CPI. O vereador Clàudio Janta, do Solidariedade, definiu a ausência como "desrespeitosa e constrangedora" e manifestou-se pela prorrogação do prazo final da CPI, aprovada pelos vereadores, e que deve acontecer no dia 28 de março.

Durante a prorrogação do prazo deve haver novos depoentes e também reconvocações. Durante o comparecimento de Pilla Dias, os vereadores trouxeram à tona afirmações feitas em oitivas anteriores, contestadas pelo empresário.

O vereador Clàudio Janta inqueriu sobre o envolvimento da Pillatel com campanhas eleitorais no ano passado e em pleitos anteriores. Pilla Dias negou qualquer financiamento e recusou-se ter cedido as instalações da empresa ou qualquer tipo de suporte.

Outra questão feita por Janta foi em relação ao suposto favorecimento que havia para a Pillatel em relação aos pagamentos realizados pela Procempa. O vereador relembrou depoimentos de funcionários da Procempa que confirmaram celeridade "fora do normal" para os pagamentos realizados à empresa, incorrendo até no descumprimento dos procedimentos padrão que deveriam ser realizados pela companhia. O empresário afirmou desconhecer os ritos necessários aos pagamentos e afirmou que a relação sempre ocorreu da mesma forma. Também negou haver discrepância entre a metragem de fibra ótica empregada na infovia da Procempa e a declarada nas notas pagas pela companhia.

A próxima reunião da CPI será interna e já está marcada para a quinta-feira (27), às 17h.

Texto: Andréia Sarmanho

Foto: Cintia Rodrigues

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