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Janta cobra soluções para o transporte coletivo em Porto Alegre

A situação do transporte coletivo municipal voltou a ser abordada por Clàudio Janta. Em meio a um cenário de manifestação dos rodoviários, que executaram a chamada "operação tartaruga" no início da semana, e das discussões acerca do reajuste das tarifas, Janta cobrou medidas como sindicalista e vereador de Porto Alegre.

Transporte coletivo
A situação do transporte coletivo municipal voltou a ser abordada por Clàudio Janta. Em meio a um cenário de manifestação dos rodoviários, que executaram a chamada "operação tartaruga" no início da semana, e das discussões acerca do reajuste das tarifas, Janta cobrou medidas como sindicalista e vereador de Porto Alegre.

Em participação do debate do programa Conversas Cruzadas, da TVCOM, na noite de terça-feira (19/02), Janta falou sobre a situação de precariedade a que estão expostos os trabalhadores das empresas de ônibus. O sindicalista avaliou que além do reajuste salarial, a categoria também carece de melhorias das condições de trabalho, principalmente em estrutura, ao exemplificar com a falta de banheiros, refeitórios e ambientes apropriados para o uso dos funcionários no fim das linhas, e também providências que tornem a atividade mais segura, devido aos assaltos a que estão expostos os funcionários.

Outro ponto destacado por Clàudio Janta foi a necessidade de severas transformações no sistema de transporte. O sindicalista mencionou as duas décadas sem licitações para abrir o serviço a novas empresas, a falta de novas linhas para atender a população e criticou a ineficiência do sistema de isenção.

Na tribuna

Durante a sessão ordinária desta quarta-feira (20/02), o vereador voltou a se manifestar sobre o assunto, ponderando que a manifestação dos rodoviários prejudicou a comunidade ao ser realizada em horários de pico, mas que a demanda merece atenção.

Estes trabalhadores não possuem um banheiro, um local para esquentar sua comida, beber uma água, um banco para sentar. São condições mínimas que eles pedem exemplificando com as linhas de ônibus que terminam próximo ao Shopping Iguatemi.

Na tribuna, Janta também se manifestou em relação ao reajuste das passagens, que permanece com valor incerto após o percentual de 15%, que elevaria a tarifa para R$ 3,30, ter sido descartado pela prefeitura. Acrescentou que a tarifa é a segunda mais cara do Brasil e voltou a frisar o sistema de isenções, sugerindo que o benefício leve em consideração a renda das pessoas, atendendo a população de baixa renda.

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