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Janta denuncia crescimento do comércio irregular no centro de Porto Alegre

O vereador apresentou imagens demonstrando o retorno dos camelôs ao centro de Porto Alegre e questionou fiscalização da Prefeitura Municipal.

Comércio informal no Centro
O vereador apresentou imagens demonstrando o retorno dos camelôs ao centro de Porto Alegre e questionou fiscalização da Prefeitura Municipal.

O vereador Clàudio Janta, do Solidariedade, utilizou a tribuna nesta quinta-feira (16/6) para denunciar o aumento da incidência de comerciantes informais no centro de Porto Alegre. Apresentando imagens registradas nas ruas Andradas e Voluntários da Pátria, onde há aglomerações de camelôs e vendedores informais, o vereador questionou o papel de fiscalização do poder Executivo.

O centro de Porto Alegre é o retrato da terra sem lei em que vivemos. Enquanto muitos lojistas batalham para manter as portas abertas, pagando caro para trabalhar e manter empregos na nossa cidade, assistem pela janela a concorrência informal literalmente tomar conta das ruas" afirmou.

Governo estadual

Outra crítica feita pelo vereador na tribuna foi em relação ao tratamento dado à segurança pública pelo governo do Estado, que teria resumido a atuação da Brigada Militar a ações de repressão de manifestações populares.

Mais uma vez assistimos ao uso desproporcional de força para reprimir manifestações populares, de estudantes e crianças, em vez de atacar as causas. Não é uma crítica à Brigada Militar, como alguns consideraram na moção que aprovamos no mês passado, em apoio à liberdade de manifestações, mas sim uma crítica ao comando, ao governo do Estado, que nos surpreende ao revelar um amplo contingente somente nessas horas, quando o povo se manifesta contra a falta de repasses, em nome da educação, da saúde e da própria segurança" criticou.

Em relação a ambos os casos, o vereador destacou que fica evidente a "falta de foco" por parte dos governos, que têm deixado a população à própria sorte. "Tanto em relação à ausência de fiscalização, quanto ao uso do policiamento ostensivo para repressão das manifestações populares, o que fica evidente é a falta de foco, de organização, de gestão. Quem perde somos todos nós e se continuar assim, teremos cada vez menos amparo e mais povo na rua", concluiu.

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