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Janta palestra sobre ética na política

Na noite da última sexta-feira (14) o Sindicalista e Vereador Clàudio Janta esteve na PUC, onde realizou uma palestra para alunos de Pedagogia, Serviço Social e Direito sobre Ética na Política. A atividade aconteceu na disciplina de Ética e Cidadania, ministrada pelo professor André Brayner de Farias.

Janta palestra sobre ética
Na noite da última sexta-feira (14) o Sindicalista e Vereador Clàudio Janta esteve na PUC, onde realizou uma palestra para alunos de Pedagogia, Serviço Social e Direito sobre Ética na Política. A atividade aconteceu na disciplina de Ética e Cidadania, ministrada pelo professor André Brayner de Farias.

Ao se apresentar, o Vereador já respondeu de imediato os questionamentos dos estudantes sobre o tema.

É difícil pensar ética na política enquanto se tem um pensamento do povo que o político não fez nada antiético, enquanto ele rouba, desvia milhões da educação, da saúde, etc, e o povo acha isso normal. O povo é quem elege e reelege os políticos corruptos disse.

Janta citou como exemplo os escândalos no congresso brasileiro que envolveram senadores que continuam na política e foram reeleitos pelo povo. Conforme o vereador a ética está nos pequenos detalhes, que, na verdade, são grandes detalhes que fazem a diferença.

A política está uma vergonha, eu pensei muito antes de entrar, várias pessoas me disseram para não fazer isso, mas através das minhas lutas eu acredito que estou dando uma contribuição. Antes de ter ética na política é preciso ter ética na vida salientou.

Contando um pouco de sua trajetória política e falando de importantes projetos que já foram protocolados no legislativo, o Vereador explicou que entrou no meio para defender os trabalhadores, que é a classe que ele representa, por isso se sente na obrigação de prestar contas à sociedade sobre o trabalho que vem desenvolvendo na Câmara de Porto Alegre, e que hoje em dia as redes sociais são uma importante ferramenta para este fim.

Finalizando o debate, Janta afirmou que é necessário fazer uma reforma política e que as ações precisam ser mais transparentes. “Vocês tem o poder de fiscalização nas mãos. É o povo que precisa se indignar, cobrar e exigir”, concluiu.

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