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Janta reforça ações do governo no combate à informalidade

A presença de vendedores ambulantes ilegais no Centro Histórico de Porto Alegre e a concorrência desleal causada pelo comércio irregular foram debatidas no período de Comunicações Temáticas da Câmara Municipal de Porto Alegre, nesta quarta-feira (6).

Comércio irregular
A presença de vendedores ambulantes ilegais no Centro Histórico de Porto Alegre e a concorrência desleal causada pelo comércio irregular foram debatidas no período de Comunicações Temáticas da Câmara Municipal de Porto Alegre, nesta quarta-feira (6).

O problema do comércio irregular no Centro de Porto Alegre voltou a ser discutido pela Câmara Municipal durante o período de comunicações temáticas realizado na sessão desta quarta-feira (5/4), com a participação de líderes de entidades representantes de lojistas da Capital e Região Metropolitana. O vereador Clàudio Janta (Solidariedade) enfatizou que a situação ameaça o comércio formal e ainda perpetua uma situação de exploração de pessoas em vulnerabilidade, como os imigrantes.

Em nome do governo, Janta reforçou que as primeiras providências já foram tomadas pela Prefeitura Municipal, que iniciou o processo de cadastro dos ambulantes.

Acabar com isso é um propósito do nosso governo. Todos os órgãos estão engajados nesse mutirão de cadastro e incumbidos de colocar essas pessoas no mercado de trabalho, mas não podemos permitir que essa situação desempregue milhares de comerciários" afirmou em tribuna.

O vice-presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Porto Alegre (Sindilojas), Arcione Piva, afirmou que uma união entre as entidades públicas e privadas se faz necessária para agilizar o empreendedorismo, promover igualdade a todos os comerciantes e combater o comércio ilegal. Ele explicou que, em um período de retração econômica e em que a insegurança contribui para a baixa movimentação no comércio e no turismo, a movimentação financeira gerada pela transação de produtos ilícitos não prejudica apenas o comerciante formal, mas impacta diretamente o desenvolvimento da cidade.

Representando a Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), o vice-presidente financeiro André Luiz Roncatto salientou que o comércio ilegal fomenta o crime organizado e que a informalidade não deve ser ligada ao “coitadismo”. Ele elogiou as ações da prefeitura nas últimas semanas para combater os ambulantes e afirmou que a entidade já buscou diálogo com as lideranças de imigrantes que residem na Capital e que compõem grande parte da mão de obra do comércio ilegal.

*Com informações CMPA

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