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Janta relata negociação da pauta trabalhista em Brasília e comenta polêmicas

Utilizando a tribuna na sessão ordinária desta segunda-feira (11/2), o sindicalista e vereador Clàudio Janta deu seu parecer sobre a mobilização e a expectativa dos trabalhadores. As últimas polêmicas do Congresso Nacional, referentes à redistribuição dos royalties do petróleo e a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal também foram destacadas.

Pauta trabalhista em BSB
Utilizando a tribuna na sessão ordinária desta segunda-feira (11/2), o sindicalista e vereador Clàudio Janta deu seu parecer sobre a mobilização e a expectativa dos trabalhadores. As últimas polêmicas do Congresso Nacional, referentes à redistribuição dos royalties do petróleo e a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal também foram destacadas.

Em seu relato sobre a marcha que reuniu mais de 60 mil trabalhadores, no último dia 7, em Brasília, Clàudio Janta destacou as visitas aos presidente do Senado, Renan Calheiros, da Câmara Federal, deputado Henrique Alves, e do Supremo Tribunal Federal (STF), Ministro Joaquim Barbosa. Os líderes receberam a pauta trabalhista, colocando-se à disposição para a discussão dos itens.

Do encontro com a presidenta Dilma Rousseff, para o vereador, o saldo não foi tão positivo.

Com a presidente voltamos a ficar sem expectativa que algum dos itens será atendido, desta pauta, que é importantíssima para os trabalhadores. declarou, ressalvando que Dilma se manifestou pela discussão de dois dos itens.

Royalties

O vereador também elogiou a derrubada dos vetos presidenciais relacionados à distribuição dos royalties do petróleo. Janta destacou que a medida é um avanço muito importante e que a expectativa é de que o país aproveite o recurso com uma "designação justa", promovendo mais investimentos em Saúde e Educação.

Comissão de Direitos Humanos

Utilizando o tempo de liderança, Janta criticou a escolha do novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. O pastor Marco Feliciano assumiu a Comissão no último dia 7, mesmo sendo alvo de dois processos no Supremo Tribunal Federal: um inquérito que o acusa de homofobia e uma ação penal na qual é denunciado por estelionato.

Classificando o ato como desrespeitoso à população brasileira, Janta repudiou a medida, pedindo que não haja conivência com a prática de atos discriminatórios.

O mundo tem que convergir para que possamos alcançar avanços de qualquer natureza e ter uma pessoa deste nível dirigindo a Comissão dos Direitos Humanos é autorizar e ser conivente com o início de uma caça às bruxas. criticou.

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