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Greve Geral: trabalhadores vão às ruas no dia 14 de junho

Manifestações nacionais contra os cortes na educação terão sequência com protesto contra a reforma da Previdência e os ataques a direitos dos trabalhadores. O vereador Claudio Janta defende a mobilização, que combate pontos nefastos da proposta, como o aumento do tempo de contribuição, as mudanças para as mulheres e o fim do abono salarial para os trabalhadores de baixa renda; outras reivindicações são contra a redução do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a MP 881/19, que autoriza o funcionamento indiscriminado do comércio, ferindo as convenções e acordos trabalhistas.

Greve Geral
Manifestações nacionais contra os cortes na educação terão sequência com protesto contra a reforma da Previdência e os ataques a direitos dos trabalhadores. O vereador Claudio Janta defende a mobilização, que combate pontos nefastos da proposta, como o aumento do tempo de contribuição, as mudanças para as mulheres e o fim do abono salarial para os trabalhadores de baixa renda; outras reivindicações são contra a redução do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a MP 881/19, que autoriza o funcionamento indiscriminado do comércio, ferindo as convenções e acordos trabalhistas.

As manifestações que tomaram conta das ruas para garantir o direito à educação pública de qualidade terão sequência com a reivindicação dos trabalhadores contra a reforma da Previdência apresentada pelo governo, que motiva a próxima Greve Geral no dia 14 de junho. Com um movimento simultâneo em todo o Brasil, os trabalhadores esperam repetir o feito da Greve Geral de 2017, que barrou a reforma proposta pelo governo Temer.

Em Porto Alegre, sindicatos e centrais vão às ruas em protesto contra pontos nefastos da proposta, como o aumento do tempo de contribuição, a mudança na idade mínima para a aposentadoria das mulheres e o fim do abono salarial para os trabalhadores de baixa renda. Outras reivindicações são o combate ao desemprego, que atinge 18 milhões de pessoas, à terceirização desenfreada, à redução drástica do Benefício de Prestação Continuada (BPC), ao fim da política de valorização do salário mínimo e à recente Medida Provisória 881, que autoriza o funcionamento indiscriminado do comércio e de qualquer atividade econômica com uso de mão-de-obra, ferindo as convenções e acordos trabalhistas.

A primeira vitória da mobilização aconteceu antes do protesto, na última quarta-feira (29), com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que julgou inconstitucional a autorização do trabalho de mulheres grávidas e lactantes em atividades insalubres. “Esta era uma atrocidade da reforma trabalhista aprovada no governo Temer e combatida com a unidade dos brasileiros. É com essa mesma força que seguiremos nas ruas contra os congelamentos na educação e na saúde e pela reforma que o Brasil precisa - a tributária, que cobre dos devedores da nação e pare de sangrar os trabalhadores”, defende Claudio Janta, presidente estadual da Força Sindical.

Greve Geral

No dia 14 de junho trabalhadores e estudantes voltam às ruas contra a reforma da Previdência e o desmonte da educação pública. Os atos acontecerão simultaneamente em todo o Brasil.

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